Carl Hetfield, 21 anos (a.k.a Carlos Carvalho), é estudante de administração de empresas e guitarrista sempre que possível. Já participou de algumas bandas tocando guitarra, teclado, baixo e cantando. Como escritor, não produziu muito além das aulas de redação no colégio e textos que não quis que ninguém lesse. Ao descobrir a MOJO, se indentificou na hora e sentiu que poderia colocar um metalno tempero da coleção.

Entrevista com o autor

- Por que você escolheu esse disco?
O Pantera é uma das minhas bandas preferidas, eu já tinha a história do conto na cabeça então escolhi o álbum Vulgar display of power por ter o clima certo, a sonoridade agressiva e multi-facetada que combinava perfeitamente com o ambiente meio Sin City que eu tinha na cabeça.

- Como foi o processo de transformar música em literatura?
Foi muito interessante, por que sou um músico escritor e não o contrário. Então analisei o disco nos detalhes para que cada passagem do livro ficasse adaptada à música. Exemlplificando: quando a música tinha um compasso mais marcado foi necessário colocar ações ritmadas, e repentinamente trazer um
lado frenético ao personagem quando as guitarras do Dimebag Darrel se evidenciavam em fúria.

Eu também tentei sincronizar o tempo de leitura dos capítulos com o tempo das faixas (embora isso varie muito de pessoa para pessoa). Portanto além da técnica escrita procurei trazer muitos aspectos da composição musical para produzir uma sinergia entre texto e som.

- Com qual canção do álbum você falaria para o leitor iniciar seu conto?
Eu sugiro começar com a primeira faixa “Mouth for war” já que o livro conta uma história a partir do disco, com um capítulo para cada faixa.

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Now playing: Rage Against the Machine - Year of tha Boomerang
via FoxyTunes

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