
Na avenida, o asfalto quente refletindo luz confunde a vista enquanto na praça o sol espalha uma calma dourada. Nas proximidades, um grupo de oficiais fardados se reúnem em algum evento comemorativo, e eu perambulo com uma coceira a cravar seus dentes em minhas costas, malditos sejam os carrapatos!
Trecho de “Social parasite”, do AiC, recontado por Flávio Luís Souza Silva, que você pode ler aqui.
[ad]