
E daí um belo dia chega você, com toda essa petulância, tão cheio de si e simplesmente faz com que um coração seco volte a bater. Eu te acho tão patético. E ao mesmo tempo, um balé de borboletas dança no meu estômago. Vou tomar veneno para acabar com todas elas. O desprezo é viciante. Relações autodestrutivas de qualquer natureza foram alimentadas com esmero. Não acho que eu tenha espaço para alguém que me obriga a olhar pra mim mesma e não para uma série de “cacos” que eu uso para sobreviver.
Maitê Mendonça recontou “You”, do Vega4 aqui.