
“Alguns clichês são inevitáveis”, ela pensou, enquanto andava pelo saguão do aeroporto, procurando um lugar para esperar o horário do seu voo.
Márcio Viana encarou “Where the streets have no name”, do U2. Leia aqui.

“Alguns clichês são inevitáveis”, ela pensou, enquanto andava pelo saguão do aeroporto, procurando um lugar para esperar o horário do seu voo.
Márcio Viana encarou “Where the streets have no name”, do U2. Leia aqui.