
Demora para admitir o que foi? O que não volta. O que está eternamente atrelado a escolhas tão perceptíveis quanto as folhas que caem no parque ou aquelas dores que ficam fundas, cravadas na carne, sem solução. Paralisias, silêncios que nada significam, palavras ocas, olhares mortos. Alguma opinião? Uma primeira, uma segunda, jamais uma terceira; não é assim que as verdades são construídas?
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