
Que pego no pau, rasgo os panos pudicos, bato uma punheta e gozo sobre as meias, um pouco nessa, um teco na outra, que me fecunda o pé, um pouco de porra absorvida, e escorre o resto, gota no chão, entende que estou me vingando, entende que estou provocando, entende que chega desse ruído quieto? Gozei nas suas que eram minhas, meias, e você não faz nada?
Marília D’almeida Casaro recontou. Leia aqui.