
Em momentos como aquele, sozinha no apartamento vazio, com a melancia, uma música caía bem. Cantarolava. O amor é uma coisa muita estranha. Pensava. Vê-se por Frida e Diego. Ou meu pai e minha mãe. Por tanta gente. Ela nunca entendeu. Tem uma melancia aberta tatuada nas costas. Sabe-se lá porque. Está aberta. Por mais que se espante.
Marina Viana Pereira recontou. Leia aqui.