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Governador de SP promete rever corte na aposentadoria dos servidores

by Logan Nelson
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Rodrigo Garcia (PSDB), governador de São Paulo, afirmou que pretende rever o corte de 14% nas aposentadorias de servidores estaduais. Saiba mais.

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Tempo estimado de leitura: 3 minutos

Na última segunda-feira (4), Rodrigo Garcia (PSDB), governador de São Paulo, afirmou em entrevista dada ao programa Roda Viva, da TV Cultura, que pretende rever o corte de 14% nas aposentadorias de servidores estaduais caso seja reeleito.

Mudança ficará para o ano que vem

De acordo com Garcia, já há uma conversa com a Secretaria da Fazenda para possibilitar o fim do corte. Contudo, o governador ainda informou que poderá alterar a medida somente após as eleições devido à lei eleitoral.

“São mais de 300 mil pessoas que não contribuíam com a previdência e passaram a contribuir. Neste ano eleitoral não pode mais mexer nisso por conta da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas eu já pedi para o nosso secretário de Fazenda e para a SPPrev [São Paulo Previdência] avaliarem o que eu posso fazer ano que vem”, declarou.

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“É natural que, se a gente conseguir ter recursos públicos para fazer com que o desconto não seja mais aplicado a partir do ano que vem, eu farei isso. Vamos discutir isso sim, depois da eleição”, pontuou Garcia.

Contribuição

A proposta que obriga os aposentados a contribuírem com o SPPrev, que é a autarquia estadual paulista responsável pela gestão e administração direta e indireta do Estado de São Paulo, foi instituída pelo ex-governador do estado João Dória, em 2020. Na época, o governo estadual, aproveitou o estado de emergência instaurado devido a pandemia para alterar a lei e ainda justificou a necessidade de reduzir o rombo de R$ 1 trilhão na previdência estadual.

Dessa forma, desde então, os aposentados que recebem de um salário mínimo até o teto de R$ 7 mil devem contribuir entre 11% e 14% com o SPPrev. 

Parlamentares da Assembleia Legislativa (Alesp) já tentaram reverter a medida, que tem gerado grande insatisfação dos servidores, contudo, a maioria dos deputados estaduais é governista e acaba votando contra a reversão.

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Imagem: fizkes / Shutterstock.com

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